(…) Espada do Senhor, e de Gideão
(Jz 7:20)
Gideão ordenou a seus homens que fizessem duas coisas: encobrissem uma tocha com um jarro de barro que, a um sinal determinado, ele lhes ordenaria que o quebrassem para que a luz pudesse brilhar, e, em seguida, soassem a trombeta, gritando: "A Espada do Senhor, e de Gideão! Espada do Senhor, e de Gideão!". Isso é precisamente o que todos os cristãos devem fazer. Primeiro, você deve brilhar; quebre o jarro que esconde a sua luz; deixe de lado o alqueire que tem escondido sua vela e brilhe (Mt 5:15). Deixe a sua luz brilhar diante dos homens; deixe as vossas boas obras serem tais que, quando os homens olharem para você, eles saberão que você esteve com Jesus.
Em seguida, tem de haver o som, o sonido da trombeta. Deve haver esforços para reunir os pecadores pela proclamação de Cristo crucificado. Leve a eles o evangelho; leveo até suas portas; coloque-o em seu caminho; não permita que escapem; toque a trombeta contra seus ouvidos. Lembre-se que o verdadeiro grito de guerra da Igreja é a palavra de ordem Gideão: "A espada do Senhor, e de Gideão!". Deus o fará, pois é Sua própria obra. Contudo, não devemos ser ociosos; a instrumentalidade é para ser usada; "A espada do Senhor, e de Gideão!". Se apenas clamarmos: "A espada do Senhor!", seremos culpados de uma presunção ociosa; e se gritarmos apenas: "A espada de Gideão!", vamos manifestar uma confiança idólatra no braço da carne; é preciso unir os dois em harmonia prática. "A espada do Senhor, e de Gideão!". Não podemos fazer qualquer coisa por nós mesmos, mas podemos fazer tudo com a ajuda do nosso Deus. Vamos, portanto, em Seu nome, sair pessoalmente e servir com nossa tocha flamejante, com nossas buzinas de declaração sincera e de testemunho, e Deus estará conosco; Midiã será condenada à confusão, e o Senhor dos exércitos reinará para todo o sempre.