(…) grandíssimas e preciosas promessas (…)
(2Pe 1:4)
Se você conhece, por experiência, a preciosidade das promessas, e as aprecia em seu coração, muito medite a respeito delas. Há promessas que são como uvas no lagar: se você pisar sobre elas, o suco fluirá. Pensar sobre as palavras sagradas é, muitas vezes, o prelúdio do seu cumprimento. Enquanto você está meditando sobre as promessas, o conforto que você está buscando virá de modo imperceptível até você. Muitos cristãos, que têm sede das promessas, encontram o favor que elas garantem destilado suavemente em suas almas enquanto consideram o seu registro divino, e regozijam que são sempre levados a colocar a promessa próximo ao coração.
No entanto, além de meditar sobre as promessas, procure na tua alma recebê-las como sendo as próprias palavras de Deus. Fale com a tua alma assim: "Se eu estivesse lidando com a promessa de um homem, eu consideraria cuidadosamente a capacidade e o caráter do homem que pactuou comigo. Do mesmo modo com a promessa de Deus; meus olhos não devem estar tão fixados na grandeza da misericórdia, pois isso poderia me fazer cambalear, assim como sobre a grandeza do Prometedor, porque isso me alegrará. Minha alma, é Deus, o teu Deus, o Deus que não pode mentir, que fala contigo. Essa palavra que estás agora a considerar é tão verdadeira quanto a Sua própria existência; Ele é o Deus imutável. Ele não modificou coisa alguma que saiu da Sua boca, nem chamou de volta uma única frase consoladora, nem Se queixou que não teria poder; é o Deus que fez os céus e a Terra que assim falou. Ele não pode falhar em sabedoria, nem quanto ao momento em que concederá os favores, pois Ele sabe quando é melhor dar e quando é melhor reter. Portanto, considerando que é a palavra de um Deus tão verdadeiro, tão imutável, tão poderoso, tão sábio, eu vou e irei acreditar na promessa". Se, portanto, nós meditarmos sobre as promessas, e considerarmos o Prometedor, vamos experimentar a doçura delas e alcançar o seu cumprimento.