E, todavia fizemos uma firme aliança (…)
(Ne 9:38)
Há muitas ocasiões em nossa vida que podemos, com razão e com proveito, renovar nossa aliança com Deus. Após a recuperação de uma doença, tal como Ezequias (Is 38:5), quando um novo termo de anos nos foi acrescido, podemos, com bastante propriedade, renovar nossa aliança. Depois de qualquer libertação de problemas, quando nossas alegrias brotam novamente, visitemos o pé da cruz mais uma vez e renovemos a nossa consagração. Façamos isso, em especial, após algum pecado que tenha entristecido o Espírito Santo ou trazido desonra à causa de Deus; vamos, então, olhar para este sangue que nos pode tornar mais alvos que a neve (Is 1:18) e, mais uma vez, nos oferecer ao Senhor. Não devemos deixar que apenas os problemas confirmem nossa dedicação a Deus, mas a prosperidade deve fazer o mesmo. Se nos encontramos em ocasiões que merecem ser chamadas de "coroa de misericórdia" (Sl 103:4), então, se Ele nos tem coroado, nós devemos também coroar o nosso Deus; vamos trazer todas as jóias da mordomia divina que foram armazenadas no porta-jóias de nosso coração e deixar que nosso Deus Se assente no trono do nosso amor vestido em Seus trajes reais. Se pudermos aprender a nos beneficiar com a nossa prosperidade, não precisaremos de tantas adversidades. Se pudermos reunir de um beijo todo o bem que ele pode nos conferir, não precisaremos sofrer tantas vezes debaixo da vara. Será que você recentemente recebeu alguma bênção não esperada? Porventura o Senhor colocou nossos pés em uma sala de grande porte?
Acaso podemos cantar as múltiplas misericórdias? Então, esse é o dia para colocar nossas mãos sobre os chifres do altar (Ex 27:2), e dizer: "Ata-me aqui, meu Deus; ata-me aqui com cordas e para sempre". Considerando que necessitamos o cumprimento de novas promessas de Deus, ofereçamos renovadas orações para que nossos antigos votos não sejam desonrados. Vamos fazer com Ele, esta manhã, uma firme aliança por conta das dores de Jesus que, no mês passado, consideramos com gratidão.